Mãe acusada de esfaquear o filho até à morte numa discussão sobre gelado.
“A fiança foi fixada em $750.000 para mãe acusada de matar o seu filho adolescente numa discussão sobre gelado.Robin Erwin, de 31 anos, foi acusada de homicídio de primeiro grau por esfaquear o seu filho até à morte, Diontae Erwin, de 17 anos, no dia 7 de Setembro, relata a polícia de Sauk Village.
O Juíz Darron Bowden fixou a fiança em $750.000 quando Erwin apareceu na segunda-feira no tribunal de Markham, de acordo com o Escritório do Procurador de Cook County.
Diontae Erwin foi esfaqueado no seu lar, de acordo com o médico legista de Lake County (Indiana). Foi pronunciado morto às 12:41 (pm) no Franciscan St Margareth Health, em Dyer, Indiana. Morreu de uma facada no peito e a sua morte foi considerada como homicídio.
Testemunhas afirmaram que mãe e filho estavam a discutir sobre gelados às 12:15 (pm) do dia 7 de Setembro quando o esfaqueamento ocorreu.
Robin Erwin telefonou à polícia e afirmou que o seu filho foi contra a faca, uma afirmação que o médico legista disse ser inconsistente com as descobertas médicas.
Larry Gray, de 21 anos, também foi acusado de uso ilegal de arma de criminoso e por quebrar a liberdade condicional, segundo a polícia. Agentes também encontraram 130 gramas de canábis na casa.
Erwin está agendada para aparecer em tribunal outra vez no dia 30 de Setembro, segundo os promotores.”
Esta notícia, embora seja recente, não traz nenhuma novidade. Todos as semanas – se não mesmo todos os dias – chega-nos uma notícia de uma mãe que assassinou a sangue frio a sua criança, por meras trivialidades, como neste caso, cujo crime decorreu por algo tão simples como um gelado!
Estas notícias são a nova realidade, a nova era do Homem. Todos os dias, a toda a hora, lemos sobre o profundo declínio da sociedade moderna. Porém, haveria sempre algo que, supostamente, poderíamos confiar existir e ser totalmente sagrado: os laços de sangue, de família. Não somos educados desde crianças que o amor de uma mãe para a sua criança, o seu sangue, não transcende noções materialistas? Não crescemos nós a acreditar que as nossas mães, por nós, pelo nosso bem, fariam mexer a terra e o céu? Não seria a família (o sangue) a derradeira fortaleza, o santuário onde nos poderíamos refugiar dessa sociedade decadente e tantas vezes perigosa? Não mais.
Essa é a novidade dessas notícias: aqueles que lutam pela existência desses valores estão a perder. O sangue é um valor sem sentido, sem significado, de tal forma que criamos mães, essas criaturas divinas que deveriam zelar pelo bem da sua prole, amá-las acima de tudo e educá-las, criamos mães que nada mais são que monstros assassinos sem valor nenhum. E onde irão as crianças procurar conforto, se não podem confiar nem na própria mãe? Como poderão elas crescer com valores e honra, quando em casa (o verdadeiro sítio onde tais valores devem ser aprendidos, e não na escola como tantos teimam afirmar) as suas figuras maternais (e paternais também) mostram uma total ausência desses mesmos valores?
Uma era em que a frase “E se fosse com seu filho?” se torna mero cliché sem valor, é também uma era sem moral, honra e valor algum.
Nenhum comentário:
Postar um comentário